17.05
A Nvidia quer levar a sua placa de vídeo para a "Nuvem"
08.05
Introdução ao Blender em nosso curso de Web Design 3D
03.05
02.05
A Empresa Trimble compra o Google SketchUp
24.04
Licença Acadêmica
A partir de R$ 2.183,00
Licença Profissional
A partir de R$ 3.712,00
Licença Acadêmica
A partir de R$ 1.244,00
Licença Profissional
A partir de R$ 3.179,00
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Mediadora
Thais Weiller é mestranda na ECA USP pesquisando estruturas de game design e sua relação com os jogadores e game designer na Best, Cool & Fun Games. Ela também é game designer e, além disso, escreve no Game Comments sobre videogames com os amigos e joga em quase todo tempo livre que tem.Thaís é professora de Teoria de Jogos na Alpha Channel.
Mesa com desenvolvedores independentes de Videogames
Não é tão fácil entrar no mercado de videogames. A indústria de jogos no Brasil está crescendo, não há dúvidas, mas ainda assim, há muito mais pessoas interessadas em entrar nela do que vagas disponíveis. Uma das formas de começar a trabalhar com videogames é desenvolver jogos independentes, ou seja, sem vínculos com outras empresas.
Nesta mesa, convidamos alguns desenvolvedores independentes do Brasil para falar um pouco mais sobre esta faceta do mercado. Alguns dos tópicos que serão discutidos são por que desenvolver jogos de forma independente, como funcionam os trabalhos nas equipes, como se dá o planejamento dos jogos e também por que fazê-los e como ganhar dinheiro assim.
Thiago Girello é modelador e environment artist e já trabalha há alguns anos na indústria. Entretanto, trabalhar na área não foi suficiente para ele que resolveu investir em projetos independentes. Assim, junto com amigos, começou 1 Carnaval de Distorções, um jogo de exploração que já está em avançado estágio de produção, e Gremlins Invasion, um projeto mais simples que está fazendo com apenas outro amigo.
Danilo Dias é arquiteto, mas sempre quis trabalhar com jogos. Há um ano, resolveu sair do platônico e começou a materializar um jogo. O resultado é Oniken, um jogo de plataforma 8-bit que será lançado em 2012.
Gilberto Ataíde é formado em Mídias Digitais pela PUC-SP. Participou do desenvolvimento de muitos jogos nas empresas que trabalhou, e, além disso, lançou dois jogos de forma independente com um grupo de amigos. Hecatombe foi o primeiro, um jogo de beat\'em uo 2D, e logo em seguida veio Raidho, que foi premiado na SB Games de 2009.
Paulo Cezarino é formado em Artes Visuais pelo Centro Universitário Senac. Desenvolveu, sozinho, o jogo ProtoThunder Alpha, que ficou exposto no centro universitário. Seus trabalhos em pintura digital são diretamente influenciados pelos jogos das décadas de 80 e 90.
Pedro Medeiros (Santo) é formado em Design Digital, trabalhou como ilustrador na Neogama e como artista 2D na Mobjoy. É um dos fundadores da MiniBoss, onde faz arte 2D, som, game design e um pouco de programação.
Cursos de longa duração aprovados pelo MEC e com material de apoio elaborado pelo ITA
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